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terça-feira, novembro 18, 2003

Bonae Artis Cultorem Habeas
ou Mais um passatempo do Crí­tico! Hiper fácil! Pffff!



1. Trata-se de Federico II, rei da Prússia.

2. É Bach.

3. Bach travou conhecimento com Federico II na Primavera de 1747. A convite do próprio monarca, Bach deslocou-se à Prússia para visitar Carl Philipp Emanuel, cravista do então jovem Federico II.

4. "Por ordem do rei, o tema e o resto são tratados segundo a arte do cânone." Embora também se possa traduzir por: "A música pedida pelo rei e o resto resolvido pela arte canónica". Esta inscrição forma um acróstico da palavra RICERCAR

5. Trata-se do cânone n.º IV, ou "do Caranguejo".

6. Aparece na derradeira obra de Bach- A Arte da Fuga. (Embora hoje em dia se considere que Bach começou a escrevê-la nos primeiros anos da década de 1740. Não sendo, por isso, a última obra do compositor.) Como Bach não deu indicação dos intrumentos para os quais a obra estava a ser escrita, chamemos-lhe Superius.

7. Seu filho Carl Philipp Emanuel escreveu: "Aqui, onde o nome B. A. C. H. aparece como contratema, morre o autor."

8. Significa a morte do compositor. Segundo se pensava, Bach morrera logo após ter introduzido, na fuga final, a XIV, as notas que correspondem ao seu nome (si bemol-lá-dó-si). Embora hoje em dia se tenha chegado à conclusão de que isso não se passou assim... Vejamos:
Apesar de Bach ter terminado A Arte da Fuga, a obra ficou incompleta para a posteridade, pois, de alguma forma, o fim perdeu-se. À medida que nela trabalhava, a décima quarta e última fuga ia-se transformando numa obra imensa, uma das maiores que Bach escreveu. No minucioso plano de impressão, Bach tinha previsto seis páginas para esta fuga (como demonstrou Gregory Butler), mas quando a última página do seu manuscrito desapareceu, após a sua morte, a ordem das peças foi arbitrariamente alterada pelos seus herdeiros, destruindo o seu plano e criando uma confusão que dura há mais de 250 anos. (Bach. Uma Vida, Davitt Moroney)

Quero o meu préééémio!!!