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domingo, novembro 16, 2003

Cristianismo Parte I

(...) Não, estes dois tipos de obras - as que embelezam tudo num desígnio triunfalista e transfiguram tudo por piedade, e as que só conhecem a agressividade, a polémica, que rebaixam tudo cinicamente - são tão desagradáveis umas quanto as outras, porque só apresentam invariavelmente meias-verdades. As meias verdades são também meios erros e em caso algum podem aspirar à seriedade da história. É claro que o ódio, tal como o amor, pode ser clarividente, mas também cega muitas vezes. Basta ler as tiradas odientas do antigo estudante de teologia de Bamberga «sobre a necessidade de abandonar a Igreja» - que é para ele, o «cadáver gigantesco de um animal monstruoso com as dimensões da história do mundo», «os restos de um monstro»*. Mas um antialemães de princípio, um antifranceses agressivo, um antiamericanos fanático, um anticristãos militante compreenderão alguma vez a especificidade, a verdade da Alemanha, da França, da América, do cristianismo - a despeito de todas as suas judiciosas observações? Compreenderão porque motivo tantos alemães, franceses, americanos, a despeito de todas as críticas querem permanecer alemães, franceses, americanos, por que motivo tantos cristãos não renunciam a ser cristãos?
Não, uma «crónica escandalosa» não basta para fazer história: ela é - literalmente, segundo o grande Duden - «uma colectânea de histórias escandalosas e de bisbilhotices de uma época ou de um meio». Quer isto dizer que uma tal imagem hostil não ilumina mais o que é realmente o cristianismo do que o que faz uma imagem tradicional. O que se exige não é a glorificação nem a suspeição, mas uma compreensão histórica e crítica, sincera e equitativa, que servirá ela própria de fundamento a um juízo teológico pela bitola das origens, da mensagem fundadora do cristianismo.


* K. Deschner

Hans Küng, O Cristianismo - Essência e História
Tradução do francês de Gemeniano Cascais Franco

Estava mesmo cheia de cócegas nas pontas dos dedos... Desculpem qualquer coisinha.
E já agora, há por aí tanta coisa a precisar de uma mesma abordagem... Que não se fique pelo cristianismo.