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quinta-feira, agosto 12, 2004

As Fases do Guitarrista...

Dou por mim, vezes sem conta, a relembrar este post do Querida Guitarra. Não me perguntem porquê, é apenas uma daquelas incorrências inconscientes que qualquer dia discutirei com o meu futuro psicoterapeuta, a par dos traumas criados pelos pais, pelos avós, pelos primos e primas e tios e amigos e namorados e vizinhos (os que ouvem o Rádio Clube Português) e afins... O conteúdo do post intriga-me porque, pura e simplesmente, não reconheço em mim a existência de fases de bebidas gasosas e, bolas, ainda que a emissão sonora seja provocada por um instrumento de características distintas, também eu faço parte desta (extensa) família dedicada às artes musicais! Um ramo distinto, mas não menos boémio! O que é uma pena, porque estas fases de refrigerante são deveras mais interessantes que as minhas normais e banalíssimas fases de cores. [Não exijam muito de mim, sou soprano.] O que quer dizer que quando o Guitarrista trilhava a fase Coca-Cola, eu estava apenas e ainda na fase Negra pseudo-existencialista, com alguma tendência depressiva e de forte auto-crítica acompanhada de erupções epidermicas e hormonais... Seguiu-se a fase Azul (a do cabelo) do experimentalismo musical, do choque de culturas, das gravações até às quatro da manhã, do cigarro ao acordar, das divas rock, do vegetarianismo, do tabaco de enrolar, dos ténis fashion com correntes... Como é que eu daí passei à minha fase lilás (alguma auto-comiseração e uma boa dose de martírio) permanecerá para sempre um mistério... O cabelo cresceu, só tem uma cor, deixei de fumar, voltei a comer carne... Deixei-me do rock... Deixei-me de gravações... Agora não "grunho" ao microfone... Sou uma cantora "séria"...
Hoje em dia dou por mim a contar "aquela tão gira que o Guitarrista postou hoje de manhã" a pessoas que não estão envolvidas nos blogs... E vejo como elas olham para mim... Agora estou na minha fase Verde (de gnomo e criatura fantástica, irreal)... Juro que não pinto o cabelo desta cor.