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terça-feira, maio 31, 2005

Hoje fui adoptada

Aquário novo. Glup! Glup!

Ai...

Doi-me tudo... E amanhã há mais... Muito mais... Odeio mudanças... De casa, entenda-se... Como é que duas gajas, em menos de um ano, acumularam tanta tralha numa casa?! Ai... Dores...
Mas, sou tia de dois gatos novos! Que estão entretidos a desfazer-me a cama... Cool!
Obrigada, Manel! :) :) :)

Nem sabes no que te metes... ;)

segunda-feira, maio 30, 2005

Cheira-me que uma casa cheia de gajas vai ser uma alegria...


... e aproveito para dizer que estou apaixonad@ por este disco. Para quem pode [infelizmente não é o meu caso], amanhã, Aula Magna, a não perder. Mesmo.


Bird Gehrl

I am a bird girl now
I've got my heart
Here in my hands now
I've been searching
For my wings some time
I'm gonna be born
Into soon the sky
'Cause I'm a bird girl
And the bird girls go to heaven
I'm a bird girl
And the bird girls can fly
Bird girls can fly


Antony & The Johnsons, I am a bird now

Quarto independente
ou
Despedida


Será que vais sentir a minha falta, de mim, que hoje sinto que tão pouco te aproveitei, ainda que bastas vezes em ti tenha respirado? Ainda que longe de ti, o teu usufruto nas raras vezes em que estive em casa ajudou-me a manter a candeia acesa. Sentirás tu a falta deste colchão fino, desta manta, deste neptuno açoriano na parede, das rochas no chão, do bambú solitário, dos livros? Dos mantras? Das almofadas coloridas? Das posturas? De mim?

Enquanto te esvaziava depois da última hora em ti sugada até ao tutano sorri e repeti para mim mesm@, tudo muda, tudo muda. Por ti, quarto de refúgio e de meditação, começa hoje o desagregar de um projecto, de um futuro, e começa a nascer o espaço de três presentes-projectos independentes mas companheiros. Sinto que me despeço fazendo jus à função para que te destinei no primeiro momento em que entrei nesta casa. Terminas este ciclo como espaço de morte e renascimento, zona de passagem, porta independente. Recebe bem a minha amiga. Trata-a bem.

Respondendo ao apelo da Truta Laranja no dia 24 de Maio (ver mais abaixo) ...

... aqui está a minha participação na Marcha Virtual organizada pela Greenpeace,
a decorrer em 19 de Junho de 2005, em Ulsan, na Coreia.
Ver AQUI como participar também.

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A pedido de várias famílias...
... aqui estão os meus homens:





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Pronto. Acho que estão todos...

sábado, maio 28, 2005

The Evidence of Things Not Seen

Faith lights us, even through the Grave,
being the Evidence of Things not seen.
And this is the Comfort of the Good,
that the Grave cannot hold them,
and that they live as soon as they die.
For Death is no more than a Turning
of us over from Time to Eternity.
Death then, being the Way and Condition of Life,
we cannot love to live, if we cannot bear to die.
William Penn (1644-1718)
Music by Ned Rorem (1923-)

Não choro porque não sofres mais. Vives em mim enquanto permanecer. Basta-me olhar para as minhas mãos. São as tuas.

sexta-feira, maio 27, 2005

Vazio

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From Emptiness Arises a Lotus (detail)
Junichro Ishida

Os silêncios são enormes em ti. Espaçadamente, como que vindo de longe, um bater de portas arranca-me à letargia silenciosa a que me votaste e estremeço de pânico irracional. Talvez seja ele. Talvez tenha voltado e agora fechou-se novamente lá dentro, naquele buraco carcinado com as próprias mãos. O silêncio torna-se então, por alguns minutos, dolorosamente presente. E o cheiro seco, preto e pesado que se insinuou nas tuas divisões e teima em permanecer. Os sacos por todo o lado a lembrar o frenesim de te esvaziar o mais rapidamente possível. E sinto tanta tristeza... Olho mil vezes o relógio à espera da hora de partir.

quinta-feira, maio 26, 2005

20 Anos

Ontem recebi um telefonema a convidar-me para integrar o coro que interpretará a 9.ª de Beethoven com a Orquestra Metropolitana de Lisboa em concertos lá para o meio de Junho. Amo aquela música, ouvi-la e cantá-la. Mas à satisfação com que aceitei o convite, seguiu-se o choque [e o riso] e depois a depressão - os primeiros porque o segundo destes concertos será na Figueira da Foz, no Centro de Artes e Espectáculos Pedro Santana Lopes [deve ter sido o local da estreia dos célebres concertos para violino do Chopin]; a depressão porque se trata de concertos comemorativos da adesão de Portugal à UE [ou melhor, à CEE]. 1 de Janeiro de 1986, lembram-se? Vinte anos e milhões e milhões de euros depois, é este o estado em que estamos.

Muito obrigado a todos os nossos dirigentes. Mas especialmente ao seguro e firme D.Sebastião dos porta-moedas:


Roubado ao Miguel

Cuidado Casimiro!

Mais um post brilhante do Miguel, seguido de várias réplicas também a ler atentamente. É preciso mesmo pensar a contrapelo, é preciso não acreditar que a política seja uma mera conta de receitas e despesas de mercearia. E é preciso não desistir. Estamos cada vez mais perto do capitalismo selvagem e terceiro-mundista. Levámos o século XX a achar que a liberdade e a igualdade se iam espalhar e solidificar pelo mundo, mas ainda são demasiado frágeis. Muito mais frágeis que a fome de poder, a ganância e a cobardia política. E é por isso que a nossa vida continua, três anos depois, a ser comida pelo papão do défice. É por isso que nos dizem que temos de vomitar o que ainda não comemos enquanto os off-shores, os benefícios na banca e na bolsa, o sigilo bancário a sete chaves guardado são protegidos e nutridos e têm fraldas mudadas com elevo várias vezes ao dia. Não se enganem, meus amigos, só a forma é que é nova, porque há praticamente trinta anos que vivemos assim. E como se não bastasse, agora ainda nos espetam com um D.Sebastião de cara de pau e que solidificou em dez anos o que Portugal é hoje.

Já há mais de dez anos que oiço dizer que a Segurança Social não pode continuar como está, senão "isto" rebenta. Lembro de que já então, o comuna do Mário Castrim fez uma pergunta que eu continuo a repetir até hoje: "Isto", o quê? Os carros de luxo? As casas de luxo? As viagens de luxo? A corrupção? A fuga ao fisco, ou seja, a exploração desenvergonhada do trabalho de toda uma população? A acumulação escandalosa de meia-dúzia de fortunas enquanto a todos os que o têm contado se pede para apertarem o cinto? A mediocridade e a mesquinhez da visão do que é um país? É isso o que rebenta? Pois QUE REBENTE! QUE EXPLUDA!

Até quando vamos engolir estas desculpas esfarrapadas, até quando vamos acreditar que a economia é uma terrível e inexorável força do universo e não uma escolha política? Até quando vamos aceitar de cabeça baixa sermos a massa de escravos que alimenta panças e peidas e luxos? Quando é que vamos perceber o que significa "DeMoCrAcIa"? Já nem é o Big Brother que está a observar-nos, é o próprio D.Ubu. É dar finança, a D.Ubu, dai a finança toda, a D.Ubu. Que não reste nada, que nem um tostão escape - aos rapaces rufias que a vêm buscar -, dai toda a phinança, a D.Ubu!

Cuidado, mas muito cuidado com as imitações...

"Dogs Suffering in Portugal Need Your Help"

Recebi por mail, como de costume, o boletim diário da PETA.
Desta vez, houve uma notícia chocante que me chamou ainda mais a atenção que as outras.
Talvez por ser em Portugal...
LER AQUI.
VER FOTOGRAFIAS AQUI.

Não podemos fazer nada? Talvez uma daquelas populares petições...
Eu, nestas coisas, não sei ser polite (como eles, e muito bem, pedem).
Alguém se oferece?

quarta-feira, maio 25, 2005

Bom, se não for eu os homens sedutores ficam injustiçados [e faltam aqui tantos...]














... mas tantos, nem vos passa pela cabeça. É nestas alturas que penso que o mundo é um lugar maravilhoso.

terça-feira, maio 24, 2005

Lamentável esquecimento...
(Como pôde suceder?)


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Como prometido...
...aqui apresento a minha versão.
Cá estão, então, algumas das raparigas dos meus extensos ficheiros (louras e ruivas, claro):

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Tenho dito...

Marcha virtual - dia 19 de Junho

1.º Imprimir um cartaz com dizeres simpáticos em coreano (aconselho os menos experientes a utilizarem os modelos fornecidos pela Greenpeace);
2.º Posar para a foto (com o cartaz);
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3.º Enviar a fotografia à Greenpeace, para que seja projectada no dia 19, na Coreia.
(ver instruções em AQUI)

segunda-feira, maio 23, 2005

Eu e os meus momentos no metro, ora com gente ora com papel...

Hoje foi dia de aprender um novo [para mim] e genial [para mim também, claro...] conceito: a Superstição Materialista. Três meses e dezenas de textos de apoio sobre o simbolismo e surrealismo depois, eis que regresso ao senhor Denis de Rougemont e a esta delícia que se chama O Amor e o Ocidente. E estou a adorar o reencontro, oh lá se estou! Em França é tudo superior, em França, no Inverno é fresco, no Verão faz calor, em França...

"Reduziu-se" tudo o que se podia -e um pouco mais- ao instinto sexual "extraviado". O século XIX, no seu conjunto, só se sente feliz quando consegue "reduzir" o superior ao inferior, o espiritual ao material, o significativo ao insignificante. E a isso chama "explicar". Que isso seja, a maior parte das vezes, à custa das piores negações do sentido crítico, não preciso demonstrá-lo aqui em pormenor: disse algures [em Penser avec les mains] que, quanto a mim, essa propensão moderna é o sinal dum ressentimento profundo para com a poesia e toda a actividade criadora em geral -portanto, arriscada- do espírito.

A minha rua

Dobro a última esquina antes de chegar a casa e cruzo-me com um verdadeiro arquétipo romântico de sem-abrigo -cabeludo, bardudo, a cheirar mal, mas muito direito e seguro no caminhar, os olhos claros brilhantes e penetrantes sob a escuridão pilosa e sebosa do rosto-, como que um vencido da vida de cabeça erguida, com ar de quem sabe alguma coisa muito importante que eu não sei. A rafeira preta que vive na minha rua desde que os donos, dois prédios abaixo de mim, deixaram de lhe abrir a porta de casa, tem, descobri hoje, um problema com alguns tipos de pessoa. Perseguia o anacoreta urbano, ladrando furiosamente, conseguindo mesmo pô-lo a correr -divertido, e sempre sem perder a compostura- e a mim no meio da rua a gozar a cena e o enquadramento privilegiado. Logra expulsá-lo do seu território quando um velhote gorducho, de ar triste e também pouco limpo dobra a esquina do convento, imediatamente acima de onde eu estou, e logo a fiel guardiã acomete sobre ele no seu ladrar grave e ressoante. Mais um que já se pirou, este, coitado, não conseguia correr para se livrar daquela voz tonitroante do canino e obstinado juiz da sua higiene pessoal, lá teve de gramar com a farrusquita a ladrar até ao fim da rua. Estava mesmo chateada, ela, quase nem parou para receber as festas e a conversa a que sempre tem direito quando comigo se cruza. Mas compreendo-a. Se eu tivesse, mesmo vivendo na rua, uma coleira ao pescoço e alguém tivesse tido a triste ideia de a ela atar três ou quatro fitas do Senhor do Bonfim -duas delas de um branco resplandescente-, também não andaria no melhor dos meus humores.

-'Tadita da bicha, agora puseram-lhe essas porcarias ao pescoço, parece uma noiva.

Descendo vagarosamente a rua vem uma velhota baixinha, de cabelos brancos e rosto luminoso. É a minha vizinha do 25. Já ia a entrar no prédio, mas respondo-lhe e fico à porta esperando que ela chegue à minha beira. E vai falando, não há direito abandonarem assim um bicho, ela tinha um irmão, mas como tinha o pêlo todo enroladinho alguém já o levou, agora esta... Pois, respondo eu, esta é mais "normal", não é? Eu até a levava, mas dois gatos e uma vida muito fora de casa, era impossível. Ela, pois, eu também não a posso ter em casa, senão... Quem pode, não quer saber, quem quer não pode... E depois de mais alguma conversa de [genuinamente] boa-vizinhança, apresento-me e estendo-lhe a mão e recebo, juntamente com um olhar muito vivo e doce, uma daquelas frases pequeninas e aparentemente banais, como a nossa rafeira:-Gostei muito de falar com @ menin@. E naquele amoroso reconhecimento senti bater todas as portas que se fecharam já na rua antes que a minha vizinha Mabília de Jesus, de cabelos brancos e pernas trôpegas, conseguisse chegar para terminar a conversa que tentara entabular.

Ainda a Propósito de Boas Notícias...

A meio da tarde alguém me telefonou para confirmar uns concertos em Agosto e a (des)propósito comentou que tinha encontrado fulano tal, que eu (re)encontrei muito recentemente num concerto... A estória até tem piada porque, no fim do concerto, quando olhei para o tipo não o reconheci imediatamente e sorri na sua direcção. E cinco milionésimos de segundo depois tinha o meu cérebro a gritar "Burra! Estás de relações cortadas com esse gajo!". Tarde demais, engoli o orgulho e pensei de mim para mim que, se não me lembrei imediatamente do que era, então já não interessava para nada e assim como assim podia dar-me ao luxo de passar por boa alma. Ora nesse telefonema, esta pessoa insuspeita torna-me a falar deste sicrano. Ao que parece tem uma dívida de gratidão para comigo (o fulano). A única lembrança vívida que tenho do episódio com esta criatura é de que, em resposta, lhe enviei um email no qual o mandava à merda por substantivos, verbos e adjectivos um bocadinho mais refinados. Se calhar era a isto que ele se referia. Conclusão: Todos beneficiamos com a honestidade.

What Famous Leader Are You?



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Now that's more like it! Para o melhor e para o pior.
Lá que sou incompreendida, lá isso...

Mulheres que me tiram do sério, Parte II

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Há aqui um padrão qualquer...

Mulheres que me tiram do sério, Parte I

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Dispensam apresentação...