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quinta-feira, abril 06, 2006

68. CHOR

Wie setzen uns mit Tränen nieder
Und rufen dir im Grabe zu:
Ruhe sanfte, sanfte ruh'!
Ruht, ihr ausgesognen Glieder!
Ruhe sanfte, sanfte ruh'!

Euer Grab und Leichenstein
Soll dern ängstlichen Gewissen
Ein bequemes Ruhekissen
Und der Seelen Ruhstaat sein.
Höchst vergnügt schlummern da die
Augen ein.


Em lágrimas nos sentamos
Ante o teu sepulcro e clamamos:
Descansa, descansa suavemente!
Descansai, membros exaustos!
Descansa, descansa suavemente!

O teu túmulo e a tua pedra tumular
Serão um confortável leito
Para as angustiadas consciências
E lugar de repouso para as almas.
Em prazer supremo, dormitam os teus olhos.

trad. Ofélia Ribeiro


Estive ontem do outro lado da barricada pela terceira vez em seis anos. O tempo voa e sei que agora, pelo menos por enquanto, serão mais as vezes do lado de fora do que lá dentro. A música sublime e a fantástica ambiência criada pela excelente prestação do coro e orquestra (em versão reduzida, finalmente) e pelos solistas, fizeram o tempo escorrer-me como areia pelos dedos. (Desenganem-se os que de vós estão à espera de crítica musical. Deixei a partitura em casa e para mim, a música é bem mais do que a nota que o violinista "esborrachou" no compasso 321.)
Fui ver-vos e ouvir-vos como não muitos o conseguem, pois sei bem todo o trabalho, envolvimento, devoção e prazer (e também todas as dores) que envolve o que todos vós me proporcionaram naquele Grande Auditório. Ai, as saudades. E, simultaneamente, a profunda tristeza que envolve a mudança. Devem ser dores de crescimento. Ontem doeram-me muito... Eu já sei como termina a história. O Senhor ressuscita daqui a três dias. Ainda assim chorei por todos nós.