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terça-feira, fevereiro 10, 2004

Ching _ O Poço


O centro Profundo


E no interior disto

o centro que é invisível

o poço que os campos rodeiam -

E que em ti é invisível
Até aprenderes a estar quieto,

A ser assim.
Fecha os olhos.

Não te mexas, diz,
Entra lá dentro,
Respira de mansinho,

Vê-o, agora
Afundando-se em ti
A descer pela garganta abaixo
E no teu ventre.

Podes alcançá-lo?
A tua corda estica?
Podes mantê-lo aí?

Sempre esteve aqui
E sempre há-de estar -
Com a sua profunda água sombria.

Prova-o.



in I Ching, O Livro das Mutações