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sexta-feira, setembro 10, 2004

Para que fique bem claro, no dia em que as WOW nos deixam na nossa vidinha, entregues aos bichos

Women on Waves has 2 different permissions from the Dutch Ministry of Health.

1: The permission to do medical "16 day over time treatment" in the Mobile Clinic anywhere in the Netherlands and on the international waters.

2: The permission to do Medical and surgical abortions till 12 weeks of pregnancy in the Mobile Clinic when it is in Amsterdam. This permission is limited to Amsterdam for political reasons; Not medical. However we will comply with the law and do only 16-day over time treatments on the international waters.


Autorizações concedidas à Women on Waves pelo Ministério da Saúde Holandês:

1: Permissão para fazer o "tratamento médico dos 16 dias de atraso" na Clínica Móvel nos Países Baixos e em águas internacionais.

2: Permissão para praticar abortos médicos e cirúrgicos até às 12 semanas de gravidez na Clínica Móvel quando esta se encontra em Amsterdão. Esta permissão é limitada a Amsterdão por razões políticas, não médicas.


Para esclarecer algumas coisas que por aí se têm dito aos sete ventos. Para contrariar tanta desinformação e deslealdade com que esta luta tem sido combatida. O linque continua aí ao lado, por favor, em caso de dúvida consultem-no. Não se deixem embrulhar pelo obscurantismo de quem quer que todos vivam de acordo com os medos de quem manda. Se eu nem baptizad@ sou e vivo num estado laico, por alminha de quem é que devo ser obrigad@ a seguir os preceitos morais de uma instituição da qual não faço nem quero fazer parte?! Não, obrigad@s! Tremei, senhores! Nós, os pagãos, continuamos cá. Não nos calaremos enquanto as agulhas de croché forem uma alternativa viável para uma mulher que seja. Não descansaremos enquanto vocês tiverem na mão o poder para matar mulheres por ignorância, crueldade, soberba [é um pecado capital, não é?], enquanto tratarem as mulheres como seres menores sobre cujos corpos o estado deve ter uma palavra a dizer. Uma mulher morre a cada seis minutos em consequência de um aborto clandestino. Será que é o mesmo que avariar-se uma incubadora? Ou será que, se deixarmos que se instale, acaba por nos pesar na consciência? Ou será que quem prega a moral na testa dos outros - com pregos, mesmo, que é só isso que falta - tem a sua própria tão furada que a consciência lhe sai toda por ali?

Tantas perguntas
quantas respostas...