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segunda-feira, maio 23, 2005

Eu e os meus momentos no metro, ora com gente ora com papel...

Hoje foi dia de aprender um novo [para mim] e genial [para mim também, claro...] conceito: a Superstição Materialista. Três meses e dezenas de textos de apoio sobre o simbolismo e surrealismo depois, eis que regresso ao senhor Denis de Rougemont e a esta delícia que se chama O Amor e o Ocidente. E estou a adorar o reencontro, oh lá se estou! Em França é tudo superior, em França, no Inverno é fresco, no Verão faz calor, em França...

"Reduziu-se" tudo o que se podia -e um pouco mais- ao instinto sexual "extraviado". O século XIX, no seu conjunto, só se sente feliz quando consegue "reduzir" o superior ao inferior, o espiritual ao material, o significativo ao insignificante. E a isso chama "explicar". Que isso seja, a maior parte das vezes, à custa das piores negações do sentido crítico, não preciso demonstrá-lo aqui em pormenor: disse algures [em Penser avec les mains] que, quanto a mim, essa propensão moderna é o sinal dum ressentimento profundo para com a poesia e toda a actividade criadora em geral -portanto, arriscada- do espírito.