<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d5669356\x26blogName\x3dThe+Amazing+Trout+Blog\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dTAN\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://theamazingtroutblog.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://theamazingtroutblog.blogspot.com/\x26vt\x3d-5897069651571143186', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

terça-feira, março 21, 2006

Fenómenos para-anormais

Entretanto, Durão Barroso e Martins da Cruz, no DN e na Antena 1, sacodem a água do capote, reclamando que não se pode julgar a sua acção de há três anos por aquilo que sabemos hoje. Pois não. Eu é que me vou dedicar à procrastinação, quiromâncias, tarots e astrologias. Pois se eu, que não sou sequer hiper-cidadã, quanto mais hiper-político, eu que não privo com o Coiso Bush, donde não tenho acesso aos melhores, mais invasores e fora-da-lei sistemas de informação do mundo, eu que basicamente me baseei no inspector de armamento a quem só o Jon Stewart dava ouvidos, EU SABIA que não havia porra de armas nenhumas, que os objectivos da invasão do Iraque eram tão evidentes quanto inconfessáveis, é porque há uma Cassandra dentro de mim. Mais vale assumir a vocação. O Zandinga ia para trás das balizas, eu posso ir para trás das cadeiras dos ministros soprar-lhes ao ouvido que estão a ser ingénuos, coitadinhos.

Seria tão aceitável como acreditar nas hiper-palavras destes hiper-robertos-de-feira.

Barroso defende ainda o "diálogo com todos os parceiros sociais franceses" no que respeita à lei do primeiro contrato de trabalho. Logo a seguir classifica esta lei como "reforma inelutável"... a Cassandra dentro de mim disse-me que está para breve a legalização do despedimento sem justa causa por estes lados também. A cidadã apenas teve vontade de cuspir nas linhas que acabara de ler. Diálogo para que o inelutável pareça unânime. À melhor maneira dos hiper-ditadores-disfarçados-de-democratas que dominam, parece que desde sempre, esta nossa hiper-[sur]realidade.