...Feminino, entenda-se. É que só me posso regozijar por ter por amigos e amigas pessoas que, tal como eu, redefinem constantemente os seus papéis sociais. É que a maternidade não é uma doença, nem o derradeiro sacrifício pessoal, nem o píncaro da existência de todas as mulheres. Ser mulher não é igual a ser homem. Ser mulher é ser igual a si própria. E ser homem é ter tomates para repensar o seu papel num mundo onde a igualdade de oportunidades transforma os tradicionais "espartilhos" numa variedade de opções que permite a realização pessoal intrínseca a cada ser humano, independentemente da raça, cor, sexo ou credo. É por estas e por outras que as deambulações por alguns blogs me deixam mesmo a pedir pelo Guronsan... Aos senhores e senhoras para quem ser mulher é ter direito a ter um homem que lhe carregue o saco das compras, que lhe defenda a honra das pretensas ofensas alheias, lhe abra a porta e a deixe passar primeiro e lhe dê o lugar no autocarro, o meu muito obrigado por não fazerem parte da minha existência. Dispenso-os(as) a todos(as).