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quarta-feira, dezembro 31, 2003

Protesto

Fazendo eco da reclamação do Crítico, agora digo eu: olhem lá, ó gajas, ninguém desova senão eu e a minha escrita imparável? É que já nem eu tenho paciência, imagino os outros desgraçados que cá vêm tão bem intencionados!




Será que se isto se auto-destrói no ano novo e ninguém teve a decência de me avisar?...

segunda-feira, dezembro 29, 2003

Finalmente um teste como deve ser!

Direitinho do A Forma do Jazz a Vir.

E ainda por cima curto à brava o resultado...

John Coltrane
Voce seria John Coltrane (1926-1967). Apesar da
carreira (relativamente) curta, o saxofonista
John Coltrane impôs-se entre as mais
importantes figuras do jazz, apoiado numa
militância quase religiosa; desenvolveu o seu
estilo ao mesmo tempo que desbravou novos
caminhos para o jazz.


Que Artista de Jazz Seria Voce?
brought to you by Quizilla

Usurpação

Sinto-me o lado doentio de um filme de Bergman ou Fassbinder.


Mas acho que o filme que melhor define o que sinto é mesmo aquela treta com a Fonda (a mai nova) e a Jason Leigh.




Desculpa lá, Vermelha, mas comprei hoje, estava curioso.



Estou sentado ao computador a ouvir a María Cristina Kiehr no cd Canta la Maddalena. Creeepy....





Não a MCK, claro!

domingo, dezembro 28, 2003

Revelação

Vi um filme ontem na televisão. Ainda não estou em mim. Afinal está tudo explicado acerca do meu entendimento privilegiado com as mulheres... caiu-me um secador na banheira quando era pequenino.

sexta-feira, dezembro 26, 2003

Ainda o tchador

Perdoem a insistência, mas sendo de esquerda e ateu, angustio-me - talvez demasiado - com as patas históricas que a esquerda clarividente e progressista mete na poça.

E com conhecimento de causa, o Nuno Guerreiro explica-se bem melhor do que eu.

como en un jardín

como en un jardín
ves primero
las margaritas
que alargan el cuello
pero buscás
esa matita de violetas
que te llama desde el suelo
con el perfume.



Eva Murari

quinta-feira, dezembro 25, 2003

Olhos de criança

A estética é depuradíssima. As marcações de cena vão crescendo do geométrico rigoroso à rigorosa construção do acaso. Tudo é muito francês, até os turistas americanos são muito franceses, e tudo é de lado nenhum. Mais precisamente, deambulamos por uma Paris que não é nenhum lugar e portanto é qualquer um – o cinza do arranha-céus é o mesmo ali ou em Roma ou no México, que importa se a porta envidraçada do edifício reflecte a Torre Eiffel ou a Fonte de Trevi? – mas isso não é impedimento para nada. A alegria de se ser conduzido em fila indiana e contado à cabeça, a diversão nocturna e social, as fotografias típicas – mesmo que o típico se reduza a um quiosque e respectiva florista – resistem a tudo, mesmo à evidência de que Paris é igual a Amesterdão, que foi igual a Londres. Nós somos modernos. E a modernidade é mesmo assim, igual, normalizada, tirana.


... roubei esta ao Crítico...

Playtime, de Jacques Tati, tem cópia restaurada em exibição no Nimas. É um crime deixar passar. O cinema de Tati é delicioso, cheio de inteligência e espirituosa ingenuidade e este filme parece – é? – a vida moderna vista pelos olhos de uma criança lúcida. O resultado é bastante real e absurdo. Como é habitual, temos dos diálogos apenas retalhos razoavelmente compreensíveis, até porque todo o resto de cada conversa de certeza que não interessa para nada. Tal qual me pareciam os diálogos dos adultos quando era criança e as palavras passavam a correr pelos meus ouvidos, cobertas por outras que ficavam a ressoar e pelos pensamentos e sensações que cada som provocava. Para compreender o mais possível utilizei a mesma técnica de então: parar, observar e deduzir. E quase inevitavelmente, rir.

Neste filme, cada cena é um presente requintado, que se saboreia devagar e com os olhos muito abertos para não escapar nada. Descobrir os gags que se sucedem e que se escondem uns por detrás dos outros não é tarefa fácil. Mas asseguro-vos, é uma verdadeira trip. Cada pormenor pode ser uma saborosa gargalhada à espera de ser descoberta, cada sentido tem outro sentido a servir-nos como digestivo. Da complexidade nasce o banal e com o banal se reconstrói o complexo. O dedicado guia intermitente não poderia ser outro senão o nosso clown Hulot, velho camarada de tropa de aparentemente toda a gente, único dos veteranos, aliás, absolutamente desadaptado das maravilhas da tecnologia. Os carros topo-de-gama – ... até tenho parquímetro!, congratula-se uma das personagens -, os prédios supermodernos dentro dos quais todos os inquilinos se reúnem ao serão, frente a frente, separados apenas por paredes e televisores, os edifícios frios, labirínticos e electrónicos, as cadeiras que fazem Sssccchhhh. E novamente os gags que enchem tudo isto, meus amigos, os gags!...


... e esta também.

Arte da melhor para terminar o dia em beleza. Feliz Natal, Sr.Hulot!

quarta-feira, dezembro 24, 2003

E foi pelos despojados que Cristo nasceu, alguém se lembra?

Não só no Natal, mas todo o ano, a abundância é coisa que me arrepia.
Uma fotografia tirada, em 2002, na Argentina. Podia ser cá. Podia ser em qualquer parte.

terça-feira, dezembro 23, 2003

Questões para o referendo

Acabo de receber, de fonte segura, esta informação confidencialíssima. Não contem a ninguém, mas até lá aproveitem o privilégio que é o acesso a estes dados para irem pensando no assunto e não se deixarem apanhar desprevenidos.

Parece que o país vai ser, de novo, referendado sobre o aborto. Ao que consegui apurar, a questão que será exposta aos cidadãos já está formulada e é aqui avançada em primeira mão. A saber:

Qual a sua opinião sobre o aborto?
a) Tem sido um bom primeiro-ministro.
b) Tem sido um primeiro-ministro ineficaz.
c) Nem sequer tem sido primeiro-ministro.

Rodrigues

O nome que assina as fotografias que há algumas semanas o Crítico vem colocando e ilustrando com palavras suas. O conjunto desta semana toca-me particularmente. Liguem as colunas - obrigatório, aliás, quando se visita o Crítico.


Feliz Natal.

segunda-feira, dezembro 22, 2003

E por falar no meu gato...

Terroristas intelectuais

Este título tanto dá para o mal como para o bem. Mas não se preocupem, não vou a falar pela enésima vez do Bushzito. Estes terroristas estão fora das preocupações dele, por enquanto. Mas merecem uma visita de outro tipo de mente, de olhos com sensor para as entrelinhas. Gosto.

Aconselho o primeiro post, que aborda aspectos muito sensíveis da relação entre culturas.


Falo da Al-Qaeda Portugal. O linque já está aqui ao lado.

Cães... não há nada a fazer...

Assim... bem, não se pode negar que é muito diferente.

Oiço na rádio - não me lembro em que estação, foi de passagem - que a última versão da iniciativa legislativa francesa "contra" o tchador faz com que a proibição de símbolos religiosos no recinto escolar se estenda a todas as confissões, sem excepção. Mais justo. Menos pólvora no barril.

Mas continuo sem perceber por que razão a fé do outro - desde que respeitando a minha ou a ausência dela - há-de ser ofensiva para mim.

Fala-se de não dar armas à extrema-direita. Faz sentido... Fará?
Por outro lado, e proporcionalmente, parece haver demasiados muçulmanos no desemprego. Curioso...
E os pieds-noirs ainda têm a memória - genética, se não viva - de serem franceses de segunda por serem muçulmanos, enquanto entre os franceses de primeira se escondiam muitos cristãos-novos da era moderna.

São muitas variáveis, pelo menos para cérebros curtos - não me interpretem mal, curto até pode ser o meu (cérebro, claro) e eu estar a chegar à solução errada -, são coisas demasiadamente subjectivas para se decidirem levianamente.
Mas o melhor é mesmo passear pelo Le Monde...

E quem pode ter a veleidade de afirmar o contrário?



domingo, dezembro 21, 2003

Imperdível...

A revista do ano por Mário Mesquita, no Público de hoje.

E a entrevista de Maria João Seixas a Rui Vieira Nery, na Pública.

sexta-feira, dezembro 19, 2003

Não querendo roubar o trabalho ao Crítico...

... aqui fica a minha crítica ao concerto de ontem, na Gulbenkian:


O baixo Rudolf Rosen é giro.

O cão de Álvaro de Campos

O Ví­tor, discreto como sempre, fazendo o seu belo belogue e oferecendo-nos o que o preenche. E é tão bonito, este poema. Tão português e simultaneamente tão lúcido... Às vezes esqueço-me de que tal coisa é possí­vel.

...sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...

...é assim que me sinto quando passo frente às casas onde cresci, às minhas antigas escolas - uma das quais morreu para dar passagem ao viaduto da CRIL - até dentro da própria casa dos meus pais, que sendo minha já não o é.

Faz-me pensar neste outro, por sua vez quase uma conclusão, quase uma estupefacção.

Começo a conhecer-me. Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram,
Ou metade desse intervalo, porque também há vida...
Sou isso, enfim...
Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulho de chinelas no corredor.
Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo.
É um universo barato.


E eu, que tanto gosto de viajar, que tanto queria - e quero - correr o mundo...

Nunca, por mais que viaje, por mais que conheça
O sair de um lugar, o chegar a um lugar, conhecido ou desconhecido,
Perco, ao partir, ao chegar, e na linha móbil que os une,
A sensação de arrepio, o medo do novo, a náusea -
Aquela náusea que é o sentimento que sabe que o corpo tem a alma,
Trinta dias de viagem, três dias de viagem, três horas de viagem -
Sempre a opressão se infiltra no meu coração.


... e conhecer cada canto, cada pedaço de gente, cada bicho, cada pétala e cada folha, cada curva e cada nuvem, dou por mim chorando os vários pequeninos mundos que foram ficando para trás.

- ou antes, que se foram acumulando cá dentro, misturando, transformando, descodificando, fantasiando...

Bicho estranho, o homem.

Dúvida existencial


Estou numa angústia que nem vos conto!...
... Afinal conto: é que ontem à noite dormi com o Nemo. Encostadinha a ele. A noite toda!
E hoje vai ser o mesmo...
Ora, sendo eu uma truta e ele um peixe-palhaço, o que irá isto dar?

Já para não falar nos laivos de pedofilia deste pequeno episódio...

(Mas só o jeitinho que a barbatana pequena e vibrante dá...)

Feliz Hanukkah!

Dreidle, dreidle, dreidle...

quinta-feira, dezembro 18, 2003

Esquizofrenia

Durão Barroso, zangado porque ainda ninguém na Assembleia da República lhe deu os parabéns pela captura de Saddam Hussein, amuou com uma expressão menos delicada de uma deputada do PCP. Logo a repreendeu, solenemente afirmando que aquela não era linguagem para o Parlamento e que ao ofender o primeiro-ministro não o ofendia pessoalmente, mas sim toda a democracia e todo o povo português.

Fico a pensar...

Olha que porra! Queres ver que sou esquizofrénico ou coisa que tal? É que ofender-me a mim proprio diariamente, não deve ser normal...

- Espera, isto deve ficar mais bonito assim:

Olha que porra!
Serei esquizofrénico
ou coisa que tal?
Pois que ofender-me
a mim mesmo dia
após dia
Não pode e não
deve ser normal!

Viram? Muito melhor... -

Por acaso o maior insulto que ouvi até agora em directo da AR foi escrito pelo Eça há mais de cem anos e proferido há um ano ou dois por Ana Drago enquanto deputada do Bloco de Esquerda. Relembro-o sempre que me angustio porque me parece que não tarda será tarde demais para fechar, sem nós lá dentro, o buraco onde este governo de classe e sem classe nenhuma nos enterra a cada dia, para me lembrar que é de nós que depende, somos nós que temos de nos abastecer na drogaria. E rapidamente.

Sr. ministro: o seu governo não cairá, porque não é um edifí­cio; sairá com benzina, porque é uma nódoa.



Durão Barroso acabou de ser arrasado na AR por Carlos Carvalhas.

Agora é Francisco Louçã que lhe passa por cima que nem um tractor.

As bancadas à direita do Presidente da Assembleia ululam, inquietas.

Num paí­s adulto e seguro de si seria um estertor. Neste?... Bem, mas quem é que vê os debates no Parlamento em directo no serviço público? Xiça, que seca!


P.S.
Durão cita pela enésima vez Ferro Rodrigues. Ena, ena, que bagagem!

Karl-Ernst Schröder


Que raio de país este! Nunca se sabe de nada!
Karl-Ernst Schröder, grande alaudista, e um dos meus preferidos, morreu a 5 de Novembro, na sua casa, em Basel.
Só hoje o soube, por acaso, aqui.

Paz à sua alma, que tão jovem era.

Mais uma linda canção

... brilhantemente interpretada pelo gang do South Park.
Desta vez, e para desenjoar do Natal, esta é alusiva ao Hanukkah.


quarta-feira, dezembro 17, 2003

Caprichos

Fala-se no Crítico do programa de Natal do Coro e Orquestra Gulbenkian, a Oratória de Natal, de Johann Sebastian Bach com concertos próximas quinta e sexta no Grande Auditório da Fundação, sábado no Europarque. O "caso"? A inclusão antes do coral final da III Cantata (a última do programa deste ano) da ária Flösst, mein Heiland, pertencente à IV Cantata, por mero capricho do soprano, que nas três primeiras só canta um dueto - é menos trabalho pelo mesmo dinheiro rapariga, pfff, eu nunca hei-de perceber esta gente...

Na realidade não tenho absolutamente nada a acrescentar ao que é dito neste e nos post anteriores, mas não posso deixar de manifestar a minha tristeza por este tipo de palhaçada ainda acontecer. Este desrespeito final e indecoroso à concepção estrutural daquele que é para mim o supremo arquitecto da música ocidental. Não se faz. É feio. É triste. É provinciano. É idiota.

É pena que isto tenha lugar num dos poucos redutos da boa música erudita em Portugal. Esperemos que o resto do concerto possa fazer relevar um pouco esta indesculpável presunção.

O Catalão não é uma coisa linda?

SÉ ON EL BLAT IL·LUMINA...

Sé on el blat il·lumina la boca.
Invoque aquesta raó per a cobrir-me
amb el més fràgil mantell d’aire.

El son és així, permet al cos
aquest abandó, ser en el si de la terra
l’alegria promesa sols a l’aigua.

Dic que he estat ací, i ara vaig
camí d’un altre sol més blanc.


Traducció de Vicent Berenguer
Eugénio de ANDRADE, Matèria solar, Ed. Gregal, València, 1987

terça-feira, dezembro 16, 2003

Era de prever...

...que existissem belogues de amadores de/sobre jazz. Mas eu só os descobri agora. Já estão nos nossos linques e aconselho-os vivamente: A Forma do Jazz a Vir, Jazz Morto e Jazz no País do Improviso - ganda nome!

Gostei muito do post "We caught him!", no Jazz Morto. No fundo, é isto que nos resta, é isto que é a vida, pequenos pedaços de beleza e não uma cambada de putos armados em homens a brincar com a vida, o futuro e a inteligência de cada ser humano neste planeta.

Bola de cristal...

... é o que têm na Off-e-Sina. Só pode. Se não, vejam lá esta clarividente previsão. Se querem que vos diga, até a acho optimista...Pelo menos, e mesmo minoritário, o português ainda se falará. Em que estado estará, isso já é outra epopeia...

O homem da rua

Lembro aqui, a propósito deste belíssimo texto do Katraponga, aquele anúncio admirável em que, um a um, nos vão sendo mostrados cantos da cidade, vãos de escada, becos, com o nome, mas não a presença, dos que os ocupam diariamente.

Para mim, estas pessoas não são invisíveis, nem nunca o foram (não preciso do anúncio para que passe a aperceber-me da sua existência), mas não sei se seria capaz de ter o mesmo gesto do Katraponga. A minha reacção perante a miséria ou a dor ou tudo o que não compreendo, seja na primeira pessoa, seja na pessoa dos outros, é, quase sempre, o ficar paralisada... sou assim desde os quatro anos.
E depois tenho este defeito de achar que, ou se pode dar tudo, ou não vale a pena. Fico paralisada pela impotência. Está errado, eu sei. Não é que queira ser assim... mas é assim que reajo quase sempre. E nutro uma profunda admiração pelos que fazem alguma coisa antes que comecem a pensar demais. Penso demasiado e ajo pouco.
Hei-de mudar. E não é por ser Natal.

And now, for something completely different...

... e porque o Natal ainda paira por aí, hoje deixo-vos outra linda canção de Natal.
A letra, como de costume, fica nos salmonetes.

segunda-feira, dezembro 15, 2003

Achámos finalmente o nosso Frankenstein... e ele estava numa toca de aranha!


Não me apetece falar sobre isto, apetece-me ouvir o Michael Moore. Quem achar que os factos não são importantes, passe à frente...

We Finally Got Our Frankenstein... and He Was In a Spider Hole! -- by Michael Moore

December 14, 2003


Thank God Saddam is finally back in American hands! He must have really missed us. Man, he sure looked bad! But, at least he got a free dental exam today. That's something most Americans can't get.

America used to like Saddam. We LOVED Saddam. We funded him. We armed him. We helped him gas Iranian troops.

But then he screwed up. He invaded the dictatorship of Kuwait and, in doing so, did the worst thing imaginable -- he threatened an even BETTER friend of ours: the dictatorship of Saudi Arabia, and its vast oil reserves. The Bushes and the Saudi royal family were and are close business partners, and Saddam, back in 1990, committed a royal blunder by getting a little too close to their wealthy holdings. Things went downhill for Saddam from there.

But it wasn't always that way. Saddam was our good friend and ally. We supported his regime. It wasn’t the first time we had helped a murderer. We liked playing Dr. Frankenstein. We created a lot of monsters -- the Shah of Iran, Somoza of Nicaragua, Pinochet of Chile -- and then we expressed ignorance or shock when they ran amok and massacred people. We liked Saddam because he was willing to fight the Ayatollah. So we made sure that he got billions of dollars to purchase weapons. Weapons of mass destruction. That's right, he had them. We should know -- we gave them to him!

We allowed and encouraged American corporations to do business with Saddam in the 1980s. That's how he got chemical and biological agents so he could use them in chemical and biological weapons. Here's the list of some of the stuff we sent him (according to a 1994 U.S. Senate report):
* Bacillus Anthracis, cause of anthrax.
* Clostridium Botulinum, a source of botulinum toxin.
* Histoplasma Capsulatam, cause of a disease attacking lungs, brain, spinal cord, and heart.
* Brucella Melitensis, a bacteria that can damage major organs.
* Clostridium Perfringens, a highly toxic bacteria causing systemic illness.
* Clostridium tetani, a highly toxigenic substance.

And here are some of the American corporations who helped to prop Saddam up by doing business with him:
AT&T, Bechtel, Caterpillar, Dow Chemical, Dupont, Kodak, Hewlett-Packard, and IBM (for a full list of companies and descriptions of how they helped Saddam, go here).

We were so cozy with dear old Saddam that we decided to feed him satellite images so he could locate where the Iranian troops were. We pretty much knew how he would use the information, and sure enough, as soon as we sent him the spy photos, he gassed those troops. And we kept quiet. Because he was our friend, and the Iranians were the "enemy." A year after he first gassed the Iranians, we reestablished full diplomatic relations with him!

Later he gassed his own people, the Kurds. You would think that would force us to disassociate ourselves from him. Congress tried to impose economic sanctions on Saddam, but the Reagan White House quickly rejected that idea -- they wouldn’t let anything derail their good buddy Saddam. We had a virtual love fest with this Frankenstein whom we (in part) created.

And, just like the mythical Frankenstein, Saddam eventually spun out of control. He would no longer do what he was told by his master. Saddam had to be caught. And now that he has been brought back from the wilderness, perhaps he will have something to say about his creators. Maybe we can learn something... interesting. Maybe Don Rumsfeld could smile and shake Saddam's hand again. Just like he did when he went to see him in 1983
(see the photo here).

Maybe we never would have been in the situation we're in if Rumsfeld, Bush, Sr., and company hadn't been so excited back in the 80s about their friendly monster in the desert.

Meanwhile, anybody know where the guy is who killed 3,000 people on 9/11? Our other Frankenstein?? Maybe he's in a mouse hole.

So many of our little monsters, so little time before the next election.


Stay strong, Democratic candidates. Quit sounding like a bunch of wusses. These bastards sent us to war on a lie, the killing will not stop, the Arab world hates us with a passion, and we will pay for this out of our pockets for years to come. Nothing that happened today (or in the past 9 months) has made us ONE BIT safer in our post-9/11 world. Saddam was never a threat to our national security.

Only our desire to play Dr. Frankenstein dooms us all.

Yours,

Michael Moore

mmflint@aol.com
www.michaelmoore.com


For a look back to the better times of our relationship with Saddam Hussein, see the following:

Patrick E. Tyler, "Officers say U.S. aided Iraq in war despite use of gas, New York Times, August 18, 2002.

"U.S. Chemical and Biological Warfare-Related Dual Use Exports to Iraq and their possible impact on health consequences of the Gulf War," 1994 Report by the Committee on Banking, Housing and Urban Affiars.

William Blum's cover story in the April 1998 issue of The Progressive, "Anthrax for Export.”

Jim Crogan's April 25-May 1, 2003 report in the LA Weekly, "Made in the USA, Part III: The Dishonor Roll."

"Iraq: U.S. military items exported or transferred to Iraq in the 1980s," United States General Accounting Office, released February 7, 1994.

"U.S. had key role in Iraq buildup; trade in chemical arms allowed despite their use on Iranians and Kurds," Washington Post, December 30, 2002.

"Iraqgate: Saddam Hussein, U.S. policy and the prelude to the Persian Gulf War, 1980-1994," The National Security Archive, 2003



... Tell me
how can you sleep at night?

domingo, dezembro 14, 2003

O Ás de Espadas

Ele representa a autoridade. Ele é um homem sério e traz notí­cias sérias de uma missão tão séria que é quase divina. Ele respira fundo e encara o público expectante à sua frente. Voam folhas mortas, o silêncio é ensurdecedor. Ele fala.

Ladies and gentlemen: we've got him!


A sala explode em vivas e aplausos. Já têm o ás de espadas. São os maiores!

sábado, dezembro 13, 2003

Enter the Matrix

The Matrix: Revolutions. Acabo de ver. Já Reloaded, o anterior, me tinha sido servido numa bandeja especial: a do desagrado geral. Os gostos em que geralmente me permito confiar eram unânimes. Não presta. É ainda pior que o segundo - não me assustei com esta, ninguém gostou do segundo, só eu, e nunca poderia chegar abaixo daquela luta NeovsSmiths em que os actores passam a ser, de modo não suficientemente descarado, figuras de jogo de computador. 'Táva-se mesmo a ver, não é nada conclusivo, deixa caminho para outras eventuais sequelas - não gosto desta palavra, soa a doença, para mim só se aplica a coisas como o Star Trek e o Rocky e assim...

Pois, em termos de luta, que dizer? Há luta a mais, mas isso é o costume. Já não é jogo de computador, agora é mais Dragon Ball - duelo aéreo, esferas de energia, estava mesmo à espera de ouvir o Hugo Weaving gritar "Fuuuuusão!!!" no momento em que Smith aparentemente consegue dominar Neo. Alguma inocência na forma de filmar as emoções humanas, mas isso já vem do primeiro filme - embora essa inocência me pareça muitas vezes uma intencionalmente falsa - quase maquinal - superficialidade. Engenhosa, digo eu que acho Keanu Reeves um dos piores actores de sempre, a solução da venda na cena da morte de Trinity. O homem é lindo de morrer, ainda bem que faz filmes para a malta olhar para ele de quando em vez, mas aqueles olhinhos, benza-o deus, são dois charquitos parados. Enfim, não se pode ter tudo... sempre.

Mais lutas. Muita BD, muita ficção científica. Uma ligação muito grande às nove "visões" de Animatrix, de que eu sou admirador absoluto. Uma metropolis tornada mais expressionista pela destruição. Uma batalha que parece final. Decisiva. Que é vivida pelas personagens - cada uma um herói no seu pedaço de luta - como definitiva. "A guerra acabou!", frase ouvida pelo menos duas vezes.

E no entanto, não. Esta guerra, mais uma guerra, acabou. Mas a Matrix nunca poderia acabar. É uma metáfora abrangente, social e individual. Da nossa vida pública e privada. Do nosso estado de auto-consciência e individualidade. Das nossas dúvidas. Dos nossos medos. Da condição humana. Da nossa percepção da realidade. Nada inocente o título, Revolutions.

Eu, matrixmaníaco, me confesso. Esta trilogia ainda vai ser vista com outros olhos, oiçam o que eu vos digo. Nós não estamos é muito habituados a produtos americanos em que a papa não venha feita e mastigada. Dêem-lhe tempo... deixá-lo poisar.


P.S.
O wonderbra da Bellucci é realmente extraordinário. Que bela mulher, ovalha-me deus...

P.S.II
Fui às salas do Corte Inglês, pela primeira vez - olha, rimou. Sou muito arredio deste tipo de espaço, mas tenho de dar a mão à palmatória: a sala é fantástica, as pipocas nem se ouvem muito, o som é o que se espera, a cabeça do vizinho da frente fica meio metro abaixo da linha de visão. Claro, eu não fui à noite... nem tenciono ir.

sexta-feira, dezembro 12, 2003

Estes japoneses são loucos!

Inacreditável... as imagens da abertura da primeira Loja Apple no Japão estão aqui.

Ó Trutas, temos mesmo de fazer aqui uma exposição de fotografias! E eu que tenho umas tão giras de Ginza! Ai, tivesse eu um scanner decente... (ouviste, ó Pai Natal das meias cor de rosa?!)

P.S. Pronto, confesso, vi este link no "Huuu... ". Todos temos um certo fascínio pelo horror, não é? Só assim se explica que haja quem veja o noticiário da TVI.

quinta-feira, dezembro 11, 2003

And the award goes to...

... Mr. Rumsfeld!! Melhor frase do mês (quiçá, do ano!):

"There are things we know that we know. There are known unknowns - that is to say, there are things that we now know we don't know but there are also unknown unknowns. There are things we do not know we don't know,"

"So when we do the best we can and we pull all this information together, and we then say well that's basically what we see as the situation, that is really only the known knowns and the known unknowns. "And each year we discover a few more of those unknown unknowns."

terça-feira, dezembro 09, 2003

Está quase, quase a sair! (E será perfeito, como sempre.)



Cet enregistrement présente un aspect peu connu de la production du compositeur Buxtehude. Tous les morceaux sont reliés par le thème de la ciaccona, figure de basse obstinée qui donne à la musique une force entraînante et offre aux parties supérieures le cadre idéal pour improviser.

María Cristina Kiehr, soprano
Victor Torres, baryton

Stylus Phantasticus


Vejamos o que tem o Crítico a dizer sobre este novo cd da Alpha.
Estou demasiado implicada emocionalmente para lhe fazer seja que crítica for...

Mais Natal

Passando o tema dos Judeus, sem o deixar completamente de lado, deixo-vos aqui hoje um hino à tolerância, tão característico do Natal dos nossos dias.

Para ouvir clique AQUI.

A quem pense que estou a exagerar:

Tenho um Pai Natal com meias cor-de-rosa a cintilar-me à janela. Se não se lembraram de dar melhor uso ao dinheiro dos meus impostos, ao menos que não lhe calçassem meias cor de rosa. Não fica mesmo nada bem com o resto da indumentária, que é vermelha... Não havia luzinhas suficientes? Tenho de esperar pelo fim do Natal para tirarem aquela porcaria da minha rua? Estou um bocado farta de me despir, à noite, com um Pai Natal luminoso a espreitar!

Estado laico my ass...

Pronto, pronto! Este é o último! Tratando-se dos Monty Python, não resisti...


Well, u-- um, can we come up and have a look?


What Monty Python Character are you?
brought to you by Quizilla

O senhor dos óculos

Olha, lá está ele na televisão, a dizer que não sente o desalento que se instalou entre os agentes culturais face à (in)acção do Ministério da Cultura. Coitado do homem, também por que razão lhe foram perguntar aquilo, logo a ele, que obviamente nem percebe muito bem de que assunto se trata?

Isto não se faz!...


Mas quem é ele, afinal?


Aquele senhor, pá, de óculos e barbinha?



Mas alguém me responde, por favor?!

segunda-feira, dezembro 08, 2003

Cumpadri, levanta-te e rim-te!

Tenho a informar:

1 - que o compadre Manel aqui referido não pudera nunca ser eu! Os chaparros são blogo para dormir, agora para cagar...

2 - que os alentejanos que conheço - dos quais o meu pai é um legí­timo representante - dão muito à perninha e ainda mais ao cérebro.

... É verdade que o meu pai está na capital há muitos anos, e bem que isso se reflectiu em dois bypasses...

domingo, dezembro 07, 2003

À falta de melhor...
... mais um testezito!

christmas lights
You are the Christmas Lights.


What Christmas Ornament are you?
brought to you by Quizilla

sábado, dezembro 06, 2003

O regresso dos testes!

(E não é que este dá certo?...)

Seahorse
Seahorse


?? Which Creature Of The Sea Are You??
brought to you by Quizilla

O espírito natalício em todo o seu esplendor!

Impressionante!

E comovedor também. Sempre me fascinou a passagem do tempo e as marcas indeléveis que esse malvado khrónos deixa em nós. Talvez por isso guarde tão religiosamente juntinhas as minhas fotografias “tipo-passe” desde os 10 anos, como se esse fio condutor me ligasse (ainda que precária e fragmentariamente, porque de imagens e não de um contacto humano se trata) à vida (eu, que tanto dela fujo). À falta de um cordão umbilical (ser órfã de mãe desde os quatro anos é no que dá), as fotografias substituem recordações que não poderemos nunca ouvir contadas pela voz materna.
Mas seria impossível fazer o que esta família argentina fez. É que, segundo alguns amigos (Trutinha Azul incluída), é impossível reconhecer-me de um ano para o outro nessas fotografias. E não se trata de envelhecimento... é que sou mesmo camaleónica! E sem o querer. Talvez por ser tão “atmosférica” mude espontaneamente de aspecto para iludir quem, em vão, me tentar agarrar.

Esta família é muito bonita. Comovo-me ao percorrer verticalmente com o olhar a página e constatar as mudanças nos pais, o crescimento dos rapazes... Não sei se vos acontece o mesmo. Ou sou eu que estou a ficar velha, não sei...

Talvez um destes dias edite aqui as minhas fotografias dos 10 anos até ao presente, para verem se tenho ou não razão!

Cada dia

Cada dia é mais evidente que partimos,
Sem nenhum possível regresso no que fomos,
Cada dia as horas se despem mais do alimento:
Não há saudade nem terror que baste.


Sophia de Mello Breyner Andresen

sexta-feira, dezembro 05, 2003

E porque o Natal está a chegar...

... e porque muitos de nós se sentem agoniados ao ler este título, inicio aqui um ciclo de canções natalícias. Se eu souber pôr isto a funcionar, de cada vez que acederem ao belogue ouvirão a musiquita que escolhi para vós! A ideia é ir mudando de disco, mas tal poderá não acontecer com a frequência desejada.

A primeira trata de um tema muito sensível e que agora anda na moda. Intitula-se "The Lonely Jew on Christmas" e é brilhantemente interpretada por Kyle Broflofski.

Se quiserem ouvir esta musiquita novamente, podem clicar AQUI.

quinta-feira, dezembro 04, 2003

Castelo Branco...

... até domingo!

Compositores precisam-se.

Recomendo vivamente este vilancete!


(Até fala de nós e tudo...)

quarta-feira, dezembro 03, 2003

À procura da vida

Acabo de chegar da ante-estreia de Finding Nemo. Meus amigos, que filme! Que filme maravilhoso!

A dobragem está rigorosíssima - não fiz perninha nenhuma, sou insuspeito - e deliciosa. Todo o cast, e sobretudo Rui Paulo e Rita Blanco, dão um show de representação, assim mesmo, sem tirar nem pôr.

Mas mais importante, o filme é uma homenagem à liberdade, à autodescoberta, à solidariedade, à diferença. Melhor do que muitos "tratados" que tenho visto. E uma cândida e acutilante lição para os pais desta sociedade da segurança. Aconselho vivamente quem tenha filhos a ver este filme com atenção e o coração aberto.

Estou apaixonado...

... caso não se note.

Camarate

A Quinta da Vitória

Existe em Camarate,
Terreola suburbana
Uma quinta que encanta
Toda a alma… sendo humana!

Ela é mesmo um paraíso!
Essa quinta que é minha
Chama-lhe a gente do sítio
Da Vitória ou Ribeirinha.

Em essa bela vivenda
Em a qual eu fui criado,
Existe tudo o que existe
Desde a capela ao serrado.

Querem vender essa terra
Porque faz muita despesa.
Mas quando se fala disto
Digo eu assim com asp’reza:

- Não vêem que essa quinta
Dá uma fruta tão bela?
Seus caturras duma figa
Sejam gratos para com ela.

Mário de Sá-Carneiro, 30 Julho 1903

Ironias desta vida...

O outro lado dos espelhos

Este texto é uma resposta ao Afonso Neves, que eu gosto muito de ler e com quem gosto muito de discutir, mas que desta vez se deixou levar por um certo fervor, digamos assim, e meteu a paça na pota, perdão, a pata na poça. Qual será, afinal, a razão das coisas? Vamos falando, talvez cheguemos a algum lado…

O Afonso começa por “defender-se” do meu primeiro parágrafo. Não compreendo a necessidade, meu caro. Era apenas uma introdução pessoal a um tema que considero sensível, visando deixar bem claros os valores, conceitos e princípios dos quais parto nas minhas avaliações deste tipo de assunto. Tem o mesmo valor que tem o seu parágrafo de resposta, é uma visão pessoal do ser humano e do mundo, a minha. Este tipo de assunto já foi até discutido entre trutas neste mesmo blogue. Diz que vos chamo lunáticos, que troço da fé de milhões. Longe de mim tal intenção! Não reduzo a fé de ninguém, quem sou eu para fazê-lo? Critico veementemente, isso sim, instituições religiosas que fizeram e fazem da manipulação, da opressão e do obscurantismo parte fundamental da sua História e da sua acção. Isso para mim é que é troçar da fé de milhões. Quanto a considerar a necessidade de pertença a uma confissão religiosa um refúgio, perdoe-me, mas não vejo em que possa ser ofensivo ou arrogante. É um sentimento produto de uma reflexão interior que me levou a onde estou – e onde, penso que como qualquer um de nós, nunca poderei garantir que permanecerei enquanto viva. Faria muito gosto em discutir estes assuntos consigo, mas devo deixar bem clara uma coisa: esse parágrafo em que me acusa de ser arrogante padece de uma certa e arrogante tendência de alguns crentes face à espiritualidade dos ateus, considerando sempre que ela não existe. Acredite, é um engano.

O dilema entre minhotas e beirãs tem a sua piada. Como entre o litoral e o interior. Obviamente, o recurso ao luto e ao lenço preto foi na tentativa de chegar a uma analogia simples, mas não necessariamente simplista. Quanto aos apedrejamentos, convido-o a ler a série de salmonetes do post a que se refere – concordará comigo que os apedrejamentos caberão na mesma categoria que a excisão e a mutilação como castigo por pequenos delitos, espero eu. Só fico a reflectir sobre uma pequenina coisa, que me deixa sempre menos tranquilo do que o desejável: é que existem tantas formas diferentes de “apedrejar” alguém…

Pode tudo isto ser uma reacção aos mullahs escondidos? Pois com certeza que sim! Mas onde está o racionalismo da Europa? Onde estão os princípios democráticos, onde está a liberdade? Quem somos nós, senhores, quem queremos ser? Continuaremos dispostos a hipotecar o futuro deste planeta e de quem o habita à estúpida surdez que tudo justifica?

Quanto ao resto, Afonso, nada a acrescentar. A Bíblia até está na minha mesa de cabeceira…

Um abraço.

P.S.
O meu nome é Manel da Truta, não das Trutas. Ao contrário do que possa parecer, eh eh eh, elas não são minhas...

J - "Juxtaposed Juvenile"

Parece-me que não gostaram muito do marinheiro...

... talvez gostem mais deste:


Letra L - "Lady In Lotus Shoes Licking Lily"

Será que precisam lá de intérpretes?

Rússia não vai ratificar o Protocolo de Quioto
"A Rússia diz que não pode ratificar o Protocolo de Quioto sobre alterações climáticas na sua forma actual, declarou hoje Andreï Illarionov, conselheiro económico do Presidente russo, Vladimir Putin."

A ONU riposta:

ONU acredita que a Rússia vai ratificar o Protocolo de Quioto
"A ONU continua a acreditar que a Rússia vai ratificar o Protocolo de Quioto sobre a redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), apesar de a Presidência do país ter afirmado hoje que não pode dar o seu aval ao documento."

Que parte do "não vamos assinar" é que a ONU não percebeu?